terça-feira, 8 de dezembro de 2009
À Célia
sexta-feira, 16 de maio de 2008
A Final da Taça de Portugal
Mas então por que carga de água não joga lá a Selecção Nacional. Nem mesmo a Sub-21. Ou a Sub -19, 18, 17 e 16.
Por que razão não estagiam lá as selecções?
Qual a razão da sua não utilização no Euro 2004 o maior acontecimento desportivo de sempre e maior festa do futebol português de toda a sua existência?
Eis que em 2007 a insuspeita FPF admitiu que a final poderia sair do “Jamor” essencialmente por falta de segurança.
Pregoeiros amantes dos predomínios da capital logo se levantaram alicerçados na aparente contradição entre aquela perspectiva e a dos especialistas de PSP local os quais imediatamente garantiram não existir qualquer problema de segurança..
E mais uma final lá se realizou entre o SCP e o Belenenses. E outra seguir-se-á já no próximo domingo.
Agora seria no mínimo curioso questionar os defensores do rigor, da transparência, da verdade desportiva e dos queixinhas à Uefa, quais as razões pelas quais essa mesma entidade proíbe pura e simplesmente a realização de partidas internacionais de futebol naquele recinto desportivo.
Eu digo-vos. Essencialmente por falta de segurança a que acresce a sua obsolência e lotação diminuta.
Aqueles que patrocinam a manutenção da final no Estádio Nacional são aqueles que se batem publicamente pela transparência mas o que realmente querem é a opacidade. Batem-se pelo rigor mas jogam na confusão. Batalham pela verdade desportiva mas o que querem é fazer perdurar vantagens próprias falseando-a. Pugnam pela condenação dos implicados no Apito Dourado mas o que verdadeiramente pretendem é substituir prevalências. E em desígnios nacionais a Uefa não mete o bedelho pelo que aqui não é chamada dizem eles.
Mas há quem diga que todos os clubes à excepção do FCP, por razões estratégicas, sonham com a viagem até ao vale do Jamor.
Mas a única razão ainda válida e real para que a final da Taça de Portugal se mantenha no Estádio Nacional é que a sua localização beneficia os clubes de Lisboa. Esta sim é o verdadeiro estratagema.
A denominada festa perfeita, genuína e de confraternização de adeptos comemorativa do encerramento de cada época tão proclamada pelos paladinos da igualdade e da verdade irá um dia acabar mal. Catastroficamente. Pela táctica.
Nessa altura uns papagaios enfiarão o bico sob as asas outros assobiarão pró ar.
Oxalá me engane.
sábado, 22 de dezembro de 2007
História desajustada
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
As Três Marias
terça-feira, 11 de setembro de 2007
De Pasmar, Em A Bola
Toda a escrita é nojenta, ofensiva e enganadora pese o facto do seu autor afirmar na última linha ser pura verdade.
As ilações que qualquer pessoa retira ao lê-la são:
Zequinha é o “rei” dos caceteiros
É normal o FCP premiar os caceteiros com renovação de contratos
Os jogadores do FCP são caceteiros em especial André e P.Santos
Os próprios adeptos regozijam-se com isso.
Ora, conforme o próprio articulista menciona, a expulsão do futebolista no Mundial sub-20 foi por roubar o cartão vermelho da mão do árbitro e a 2ª expulsão, ocorrida no fim de semana assinalado e a fazer fé no que os jornais escreveram teve por base segundo uns uma cuspidela, segundo outros insultos e tudo isto aparentemente fora das quatro linhas do jogo.
Como caceteiro é uma palavra cujo significado o Dicionário Português Universal classifica ser aquele que bate com o cacete sendo reconhecido na gíria da bola que aqui o cacete é o pé e a perna questiona-se onde está o cacete e o caceteiro?
A caligrafia é pois pura arruaça. Pura desconsideração. Feita para agradar a certo clientelismo. Caceteiro aqui só for o escriba.
Até para se fazer chalaça é preciso para além de não se ser ignorante, não ter mau gosto, saber escrever, ter nível, solidariedade, educação e “savoir faire” coisas que evidentemente o pseudo humorista não possui.
Enumera ainda 2 atletas do FCP. Poderia ter-se lembrado do Mozer, do Petit, do David Luiz que sempre estão mais á mão mas claro tal não servia a maioria da freguesia.
De seguida assevera que a imensa legião dos caceteiros, leia-se adeptos do FCP, rejubilou de alegria perante a renovação do futebolista.
Olhe que não. Olhe que não.
E, saiba o Senhor que até não gostam de caceteiros sobretudo pelo que se está a ver digo a ler.
Obviamente o gracejo é de muito mau gosto e uma pura falsidade. É uma deturpação. É inqualificável.
É de pasmar, nisso estamos de acordo.
Outros tempos de A Bola.
P.S.
Muito gostava de saber se o responsável por este remoque será o mesmo que se serviu da figura de uma criança deficiente num jogo realizado entre o Penafiel e o FCP creio que em 2005 para igualmente fazer chacota precisamente nas mesmas páginas e no mesmo jornal. Não me ficaria surpreendido. A linha é a mesma.
Eis o texto integral editado no Jornal A Bola sem foto-25.08.07
Título:
Zequinha renova naturalmente
O avançado dos quadros do Porto, que foi expulso no Mundial de sub-20 por roubar o cartão vermelho da mão do árbitro e, ainda no passado fim de semana, novamente expulso em jogo pelo Penafiel, renovou até 2011 pelo FCP – fazendo chorar de alegria uma imensa legião de caceteiros, de André a Paulinho Santos. Já agora, sabem o que é melhor nesta mera notícia publicada numa página de humor? É que – pasme-se – é mesmo verdade.
sábado, 21 de julho de 2007
A Xsic/viagens SLB
Espantem-se amigos. Espantem-se.
Um (a) tal sujeito(a) da Khosmus digo da Aahbreu, de forma desinteressada e altruísta estará ao vivo no estúdio p/testemunhar ao mesmo tempo q certificará a autenticidade dos escritos. É q amigos meus isto de investigar articulistas é bem + difícil. Árbitros é + fácil. Afinal estes ajuízam jogos e aqueles outros limitam-se a escrevinhar insignificâncias.
Mas, temos de convir, foi corajoso e incomum. É q foge ao dito padrão “nacional” tão de agrado da maioria dos médias portugueses e não só. Geram-se ou podem gerar-se conflitos de interesses com a GRANDE REGIÃO, a única q vale a pena e faz sentido e isso é péssimo p/ o negócio. Louvem-se então os autores. Loas também ao privado apostado em tratamentos de igualdade.
Espantem, pois amigos, Espantem-se.
Imperdível a 2ª parte do programa.
Atentem na plêiade q compõe o fórum em estúdio e em directo. Luigi Fillipo Vipneus, Emmanuell Off Veigshore, Jean D’Artagnan Rodriguez, Bimbo da Encosta, Valentão Barreiro e os representantes da Ordem e do Sindicato dos Jornalistas e um conj. excepcional de profissionais do ramo modelos de isenção jornalística, à frente dos quais D. Eleonora Pimpão. Jonhão Botelhão outsider destes assuntos mas conhecido produtor cinematográfico marcará presença. Adquirente em exclusivo da história falar-nos-á do seu novo filme, cujo título já é publicamente conhecido (CORRUPÇÃO II). Revelará ainda em directo qual o actor principal da fita correndo nos bastidores o nome de Luigi Fillipo.
Mau grado os esforços envidados a Xsic não consegui garantir a presença no estúdio do Del. P.G.R, da Ordem dos Advogados e de um Investigador Policial enquadrado na indagação/acusação.
O 1º por falta de tempo. Assoberbado q está a dar conta das múltiplas acusações movidas pela Procuradoria ao FCP e suas derivações, viu-se obrigado a declinar por dificuldades de agendaA justificação da segunda personagem é a mesma. As sucessivas intervenções dos causídicos aos meios áudio visuais nacionais sobre a inaudita e súbita aceleração q os processos Casa Pia e Operação Furacão entre outros sofreram ultimamente, obrigam-no a manter-se alerta, atento e ocupado.
Já o policial teve de deslocar-se à cidade do Porto p/, em sede própria confrontar toda a SAD do FCP e ainda um funcionário do Serv. Estrang.do Porto.
Acusação provada um: Facto: colocação e usufruto de serviços hoteleiros especiais aos árbitros do jogo FCP 0 Torreense 2. Acusação: corrupção activa .
Acusação provada dois: Facto: na partida Estoril 1 FCP 2 – Descobriu-se que o local do embate, Estádio do Algarve, só se tornou possível pelo facto do Prés. da SAD do Estoril, Sr. Tony Figueiredos ser um indefectível portista (ex dirigente até) por um lado e por outro o Dir. Geral da SAD do FCP na altura Reinonoalto Telas ser, afinal, accionista maioritário da SAD do clube da linha. Tal contraria o art. n.... alínea …., pelo q ao FCP irão ser retirados os pontos conquistados em campo de q resultará a atribuição de outro campeão. Acusação:corrupção passiva.
Acusação provada três: Facto: Jogo SLB O FCP 1 – Fornecimento de serviços de restauração na véspera do jogo ao Sr. Ao Legario Benquistença de q resultou a não validação de um golo. Acusação:corrupção activa.
Quanto ao funcionário do SE do Porto a acusação provada é também de corrupção activa: do FCP recebeu 1 emblema, 1 boné, 2 camisolas daquelas alaranjadas da época passada e 1 imagem do seu Santo protector preferido todo pintado de azul e branco. Facto: Activação e aceleração de obtenção de passaporte português ao jogador Pepe. (Note-se q poderá ter sido este funcionário q anos atrás apoiou os casamentos dos búlgaros do SCP e “ajudou” os russos do SLB valendo-se agora da sua larga experiência).
A não perder.
A prosa podia ser real. É, porém, ficcionada. Parecenças com o dia a dia da nossa sociedade serão puras coincidências.
Já a notícia do anexo publicada no Jornal O Jogo de 07.07.07 (abaixo reproduzida) é realidade pura e crua. Desconhecem-se desmentidos e ou explicações. Nem investigações. Claro. Por isso eu vos digo uma vez mais: Assobiem pró ar que eu gosto. Tá no moda e serve interesses.
PS – Última hora. A agência Nova China acaba de anunciar a abertura de um rigoroso inquérito à Entidade Reguladora da Bolsa de Valores de Pequim por suspeição de ficcionismo de Opa(s). Chinesices, por certo, pois claro.
Anexo publicado em O Jogo em 07.07.07 :Título: Viajar não Custa . Foto: Luís Filipe Vieira
Texto integral. Existe uma factura (2.1.54219) da Agência Abreu endereçada ao Sport Lisboa e Benfica (serviço 228037, conta 1.10994) do dia 18 de março de 1988 referente a 8 viagens ao Luxemburgo e Bruxelas com estadia de 11 a 17.3.88, 87.300 escudos x 8, de 698.400 escudos para alguns jornalistas, entre eles João Manha. Factura essa de que O Pato tem cópia é claro. "Affaire à suivre", pois
sábado, 30 de junho de 2007
Apito Dourado II
Nunca esperei deste diário isenção total como não espero dos outros mas sempre o entendi como o melhor. Vi sempre nele, as cores das letras falam por si, uma tendência de grande apoio ao SLB mas nem isso foi ou é ainda motivo para mudança pese preferir o azul.
A Bola ensinou-me que o nível das suas escolhas está virado a sul o que se percebe e quem não entender a aposta feita pela sua direcção em desigualdade de tratamento a nível de espaço jornalístico por que isso lhe traz mais leitores e mais lucros é não saber como funciona o mercado.
Mas A Bola também me “educou” quanto à sua forma de estar. A sua simpática política de preços. A dinâmica jornalística imprimindo um cunho de boa e oportuna crítica. Um bom jeito democrático. Uma certa forma de ensinar. Civismo, geografia, escrita entre outras. Apoio aos pequenos clubes, também. Nacionalista. O nome Portugal à frente de tudo. Este delineamento consolidou-se. Tornou-se a número um. Foi então que A Bola deliberadamente ousou “vanguardizar-se”como cavaleira andante dos bons usos e costumes, das liberdades e das verdades e das boas morais e maneiras, da representação nacional acima de tudo e todos. E tornou-se ímpar.
Mas em minha perspectiva surgem em A Bola, nestes últimos tempos, sinais cada vez mais fortes de certas omissões/ocultações propositadas ou não, desprezos, aparentes ou reais, possíveis favorecimentos e em especial desigualdade de tratamento a um nível que nada tem a ver com mercados mas com outros agrados instalados ou a instalar. Outras orientações certamente.
Na maioria das ocasiões privilegiando altos pergaminhos ao SLB em prejuízo de notícias de interesse nacional ou atirando para a ribalta outras sem querer olhar para o lado.
Vamos a um pequeno, actual e concreto exemplo. Na sua edição de 28.06.07 e na contra capa sob o título” MORGADO INVESTIGA TRANSFERÊNCIAS e com o subtítulo “Apito Dourado – Nova Frente Será Analisada Até Final Do Ano” devidamente enquadrada com uma foto do jogador do FCP- Pepe trajado a preceito por certo p/o acto, é publicada uma notícia digna de ser comentada.
Ao lê-la logo nasce de imediato perplexidade quanto às razões da sua publicação. A “nova” é requentada e creio até já editada neste e não sei em quantos mais publicações pelo menos no que à possível transferência “irregular “do dito atleta diz respeito. Porquê agora? Eis a questão. Por certo terá havido uma “boa” justificação mas mesmo dando-a de barato outras se levantam.
É inequívoca a mensagem que se quis passar. O FCP é único. É único no Apito Dourado (digo eu pelo que leio) e é único nas “más” transferências de jogadores. Pelo menos dos clubes grandes.
Vejamos o correr do ainda relativamente extenso artigo que a dado passo e perto do seu final diz e cito … “ A Bola sabe que o FCP não é o único clube da I Liga (o sublinhado é meu) cujas contas estão a ser analisadas pela ECPAD …”. Ai não? Curioso estávamos todos convencidos disso. Mas se não é o único onde está o nome dos outros?. As fotos dos outros? A que e a quem se deve este critério? O que se pretende atingir com a omissão/orientação/favorecimento?
Perplexo, questiono-me e interrogo-me. Mas é só o FCP? E porquê agora e outra vez? É que e para só falar de eventuais transferências irregulares de jogadores porque não falar, por exemplo, no caso Mantorras? Ou dos 5 futebolistas que se transferiram do Alverca para o SLB? Do Ronald Garcia? Do Sr. Veiga e seus “muchachos” que segundo alguma imprensa portuguesa está a ser investigado pela PJ francesa pelos mesmos motivos? Do Rochenback? Do Figo para o Real Madrid. Não serão temas de interesse? Mais atractivos até? Ou de facto para A Bola o que conta são exclusivamente as investigações do Apito Dourado que tem por alvo o FCP?
Eu reconheço.
Não é pecado. Não é anti democrático. Mas não é educativo.
É geográfico. Mas é bairrista não nacionalista. Não faz boa maneira bem pelo contrário. E o uso é de gosto duvidoso. Não é mentira, é verdade. Mas é verdade escolhida.
Tudo o que na A Bola abomino.
Isto é só um desabafo pois o que tá dar é: assobia pró ar que eu gosto. Tá na moda e serve interesses.